Neste morto instante pressinto os acontecimentos que nunca se realizarão.
Neste morto instante sinto a impotência a alastrar-se pelo meu corpo.
Neste morto instante sinto a alma a invadir-se de perpétuas emoções que normalmente se afundam no meu inconsciente.
Neste morto instante sinto-te a entranhares-te na minha alma; o teu cheiro, as tuas mãos, o teu toque... e nem sequer estás presente, no aqui e no agora.
Neste morto instante senti, relembrei e libertei-me. Já foi.
sábado, 27 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
seisdejunhodedoismilenove
As despedidas são algo tão sempre doloroso, indispensáveis ao crescimento do homem mas dispensáveis quanto à patente dolorosa que nos atormenta a alma.
Ontem foi a nossa grande despedida.. Por mais que tentemos conservar as amizades que criámos nesta pequena parte da vida, o tempo ganha-nos quase sempre esta guerra e não conseguimos preservar o que tanto acarinhámos por anos; o cariz cruel da nossa efémera existência.
E sejamos loucos a fim de tentar preservar as mais importantes conexões criadas; e tentemos ganhar ao tempo; e talvez sejamos vencedores!
Por isso, meus amigos de sempre, não vos direi um eterno adeus mas um pequeno até logo!
Ontem foi a nossa grande despedida.. Por mais que tentemos conservar as amizades que criámos nesta pequena parte da vida, o tempo ganha-nos quase sempre esta guerra e não conseguimos preservar o que tanto acarinhámos por anos; o cariz cruel da nossa efémera existência.
E sejamos loucos a fim de tentar preservar as mais importantes conexões criadas; e tentemos ganhar ao tempo; e talvez sejamos vencedores!
Por isso, meus amigos de sempre, não vos direi um eterno adeus mas um pequeno até logo!
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