sábado, 27 de junho de 2009

memórias

Neste morto instante pressinto os acontecimentos que nunca se realizarão.
Neste morto instante sinto a impotência a alastrar-se pelo meu corpo.
Neste morto instante sinto a alma a invadir-se de perpétuas emoções que normalmente se afundam no meu inconsciente.
Neste morto instante sinto-te a entranhares-te na minha alma; o teu cheiro, as tuas mãos, o teu toque... e nem sequer estás presente, no aqui e no agora.
Neste morto instante senti, relembrei e libertei-me. Já foi.

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